segunda-feira, 7 de março de 2011

o pastor eas ovelhas


Na Bíblia Sagrada existe uma lição formidável na relação entre o pastor e suas ovelhas.
É tão espiritual e profundo, que o Senhor Jesus chamou a Si mesmo de Bom Pastor e, a nós, de ovelhas do seu rebanho. A história abaixo é um exemplo disso.
Era uma vez um visitante que percorreu a Síria e encontrou três pastores de ovelhas que davam água a seus rebanhos junto a um poço.
As ovelhas estavam todas misturadas e um estranho poderia pensar que se tratava de um único rebanho. Daqui a pouco, um dos pastores se Na Bíblia Sagrada existe uma lição formidável na relação entre o pastor e suas ovelhas.
É tão espiritual e profundo, que o Senhor Jesus chamou a Si mesmo de Bom Pastor e, a nós, de ovelhas do seu rebanho. A história abaixo é um exemplo disso.
Era uma vez um visitante que percorreu a Síria e encontrou três pastores de ovelhas que davam água a seus rebanhos junto a um poço.
As ovelhas estavam todas misturadas e um estranho poderia pensar que se tratava de um único rebanho. Daqui a pouco, um dos pastores se levantou e chamou: “Mene-Ah! Mene-Ah!”, que, em árabe, significa “vem comigo”.
Imediatamente, umas trinta ovelhas se separaram do grupo e seguiram o seu pastor morro acima. Também, o segundo pastor afastou-se um pouco e exclamou o seu “Mene-Ah!”, e seguiu com o seu rebanho. Admirado, o viajante perguntou ao pastor que ainda tinha ficado:
– Suas ovelhas me seguiriam se eu as chamasse?
– Por que você não experimenta? Indagou ele.
– E se eu usasse a sua capa e o seu cajado? Não acha que elas pensariam que eu sou você?
Sem nada dizer, o pastor ofereceu ao homem sua capa e seu cajado, e ficou observando com um sorriso nos lábios como o estranho chamava seu “Mene-Ah! Mene-Ah!”. As ovelhas não lhe deram qualquer atenção. O pastor, então, explicou:
– Elas não seguiriam a nenhum outro. Só a ovelha doente segue a um estranho.
Essa lição de vida é profunda e fala muito à nossa alma. Que relação de amor existe entre o pastor e suas ovelhas? Foi por isso que Jesus nos ensinou, dizendo:
“Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.” (João 10.1-5;14,15)levantou e chamou: (

o cavalo eo porco


Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário, que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose. É preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário, que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose. É preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo! Vamos, um, dois, três... Legal, legal. Agora mais depressa, vai.... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa. Vamos matar o porco!
Pontos de reflexão: isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que as coisas aconteçam.
SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic.
PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR, AO INVÉS DE UMA PESSOA DE SUCESSO!
De que adianta salvar os outros e perder a própria alma?

Não há como desvincular a perseverança da salvação da alma. O mesmo se dá em relação à obra de Deus.
Por isso Jesus disse aos que põem a mão no arado, e depois olham para trás, que não são dignos do Reino de Deus.
O espírito do mal é perseverante. E somente é vencido por aqueles que têm o Espírito da perseverança.
Perseverante é aquele que continua crendo, mesmo contrariando as circunstâncias. Ele vai até a morte nessa fé.
Os chamados e não escolhidos pecam justamente porque lhes falta continuidade na fé. Desanimam diante dos desafios, aceitam a derrota e se entregam às fraquezas. (Continue...)Não há como desvincular a perseverança da salvação da alma. O mesmo se dá em relação à obra de Deus.
Por isso Jesus disse aos que põem a mão no arado, e depois olham para trás, que não são dignos do Reino de Deus.
O espírito do mal é perseverante. E somente é vencido por aqueles que têm o Espírito da perseverança.
Perseverante é aquele que continua crendo, mesmo contrariando as circunstâncias. Ele vai até a morte nessa fé.
Os chamados e não escolhidos pecam justamente porque lhes falta continuidade na fé. Desanimam diante dos desafios, aceitam a derrota e se entregam às fraquezas.
Imagine se os casamentos se desfizessem diante das dificuldades. Certamente, nenhum subsistiria. Assim é o casamento com Deus. Os fracos ficam para trás.
É como a própria vida. Entre os milhões de espermatozóides, normalmente, um único vence os obstáculos e chega lá para ser uma pessoa. Isso significa que cada ser humano já nasceu forte. Mas, a maioria, com o tempo, se entrega aos problemas e fica fraca.
Não é diferente da salvação. Muitos a têm aceitado, mas poucos se mantêm firmes.
Por três vezes consecutivas Deus ordenou a Josué ser forte. Ora, Ele jamais exige algo impossível. Pois, como mandar fazer algo impossível?
A força não está nos músculos nem no tamanho. A força está na determinação interior. O perseverante jamais se deixa levar pelas dificuldades. Antes, ele as usa como degraus da sua conquista.
Sejam fortes em o Nome do Senhor Jesus Cristo!

Nós fomos criados com o senso da justiça quando nos deparamos com uma situação de agressão, roubo, maus tratos, enfim. Naquele mesmo momento, nos gera uma revolta só de ver aquela cena, mas de nada serve aquela revolta sem atuar, sem partir para cima para defender.
Por exemplo:
Há o leão selvagem e o leão do Zoológico. O leão do Zoológico, não precisa caçar, não precisa se defender, não corre nenhum risco. Inclusive, possui toda uma estabilidade. Todos os dias, naquela mesma hora, o tratador traz uma carne seleta contendo todos os nutrientes para luzir um pelo saudável e manter a musculatura resistente. Por outro lado, o selvagem, (Continue...)
Nós fomos criados com o senso da justiça quando nos deparamos com uma situação de agressão, roubo, maus tratos, enfim. Naquele mesmo momento, nos gera uma revolta só de ver aquela cena, mas de nada serve aquela revolta sem atuar, sem partir para cima para defender.
Por exemplo:
Há o leão selvagem e o leão do Zoológico. O leão do Zoológico, não precisa caçar, não precisa se defender, não corre nenhum risco. Inclusive, possui toda uma estabilidade. Todos os dias, naquela mesma hora, o tratador traz uma carne seleta contendo todos os nutrientes para luzir um pelo saudável e manter a musculatura resistente. Por outro lado, o selvagem, toma chuva e sofre com o sol desértico. Se quiser comer tem que caçar; sempre sofre o risco de se deparar com situações que terá que se defender para manter-se vivo, e não tem o pelo tão bem cuidado.
Olhando sob o aspecto lógico, o leão do Zoológico vive muito melhor que o selvagem, mas há um problema, ou vários: o leão do Zoológico não escolhe o que come – alguém escolhe por ele –, não tem liberdade, está sempre limitado pelas grades, é admirado, mas incapaz de sobreviver se tiver que voltar à vida selvagem. Já o leão da selva, acima de tudo, é livre, vai e vem aonde quer, come o que quer; hoje come um pato, amanhã um cervo, depois um javali… Ninguém lhe impõe aonde vai, o que come, ou o que faça. Ambos são leões, mas um é selvagem, não depende de ninguém, vive a cada dia como um desafio de ter que vencer para viver.
Ora, e não é o mesmo que acontece a uma grande maioria dos cristãos que, antes de conhecer a Deus eram "leões selvagens", não temiam, eram ousados, e muitos até tinham a audácia de agir à margem da lei? Porém, hoje, que realmente são livres e poderiam "partir para cima" de seus objetivos, serem ousados para o que é justo e de direito, se fizeram como leões de Zoológico, e estão acomodados à espera que Deus (o tratador) venha trazer tudo o que precisam. Estão limitados, presos nas "grades" da religiosidade. São leões, têm natureza de leão, senso de leão, mas se tornaram leões de Zoológico.
Nem vou falar do leão do circo, nem do de pelúcia.