sábado, 10 de dezembro de 2011

A Televisão é o meu pastor


A Televisão é o meu pastor
Leia atentamente o Salmo 23, o salmo do bom pastor, e considere esta paráfrase do outro lado do Salmo 23, dentro de um contexto da televisão:


1. O televisor é o meu pastor e tudo me faltará.
• Me faltará tempo – para ler a Bíblia e para orar; para brincar com meus filhos e ler para eles; para conversar com a minha família; para ter comunhão com meus irmãos e amigos.
• Me faltará esperança – porque os noticiários me encherão de medo do futuro.
• Me faltará amor – porque a violência do meu semelhante vai me incentivar a odiá-lo.
• Me faltará fé – porque a minha mente estará alimentada por sentimentos de derrota, e os meus pensamentos estarão alimentados pelas circunstâncias.


2. Ele me induz a deitar-me sobre a poltrona da acomodação.
• E eu fico preso, horas por dia, aos seus ensinamentos amaldiçoados.
• Quando volto do trabalho, prefiro estar com ele a estar com a minha família, a visitar alguém, a ler ou a conversar.
• Acho difícil me concentrar em reuniões da Igreja (são muito demoradas e maçantes), enquanto que diante da TV não vejo o tempo passar.
• Enquanto o mundo “acontece” diante dos meus olhos, meu tempo de servir a Deus se escoa pelos esgotos imundos.


3. Ele me leva a beber águas poluídas e contaminadas.
• Medito o dia inteiro no que vejo na TV – na injustiça, na pornografia, na violência, na corrupção, na crueldade.
• Vivo entorpecido pelo engano do diabo, pelo pecado, pelo mundanismo e pela minha própria carnalidade.
• Quando não tenho tempo de estar com o meu televisor, sinto saudades dele.


4. Minh’alma vive em tormento.
• Não consigo viver por fé no que Deus promete, se o que “vejo” é tão contrário ao que a Palavra de Deus me diz.
• Passo meus dias preocupado – com o futuro, com o dinheiro, com o suprimento.
• Nem durmo bem à noite, nas poucas horas que o televisor me autoriza a dormir!


5. Guia-me pelos caminhos do pecado.
• Ele apaga da minha mente o sentido da palavra santidade.
• A porta larga é o caminho que estou escolhendo seguir porque acho o caminho estreito de Jesus algo ridículo (e intangível).


6. Ainda que eu visite a Igreja ou leia a Bíblia de vez em quando, mesmo assim, vivo cheio de medo.
• Tenho medo de perder a saúde, o emprego, o dinheiro, a família.
• Tenho medo de ser diminuído, desconsiderado, humilhado, criticado.
• Tenho medo do dia de amanhã.
• Tenho medo da vida; tenho medo da morte.


7. Porque não consigo desligar o meu televisor...
• Todo primeiro dia do ano, prometo, a mim mesmo, que vou começar uma vida nova – com mais compromisso e responsabilidade pelo encargo de Deus.
• Meu televisor não me permite cumprir as minhas promessas.


8. ...o seu domínio me atormenta.
• Se agendo um compromisso, quando “converso” com meu televisor, ele me convence a esquecê-lo, em favor de uma de suas programações convincentes.
• Invento qualquer desculpa para não perder nenhum capítulo dos seus seriados “picantes”.
• Novelas me atraem, filmes me atraem, programas de humor me atraem, noticiários me atraem, programas de auditório me atraem.
• E essa atração me domina completamente.
• Estou praticando a mentira!


9. Quando me defronto com os meus inimigos, sinto-me impotente – e fujo deles correndo!
• Não prego o Evangelho para ninguém, porque sinto vergonha de falar de algo tão “fora da realidade” como a Palavra de Deus.
• Não sou capaz de orar por um enfermo. Afinal, se ele não for curado – como ficará a minha reputação? Mesmo porque, também não acredito que possa sê-lo!
• Se vejo alguém com problemas, eu me calo. Afinal, não consigo vencer nem as minhas próprias lutas...; o que poderia falar a outros?


10. A unção de Deus me falta.
• Se vou orar, não tenho assunto com Deus.
• Tenho facilidade para reclamar e não encontro motivos para louvar a Deus.
• Se passo por dificuldades, vejo milhões de gigantes, e me escondo de Deus.
• Eu poderia chorar diante de Deus, mas me faltam lágrimas.
• Não posso ajudar a ninguém, visto que também preciso sempre de ajuda.
• Eu moro em um deserto e estou completamente seco.


11. Imoralidade, violência e vaidade certamente me seguirão todos os dias da minha vida...
• Não sei o que posso fazer para mudar o curso da minha vida.
• Desligar o meu televisor não posso – não conseguiria viver sem diversão e entretenimento.
• Sinto que o meu futuro será como o presente: cheio de desânimo, incredulidade, resistências espirituais, maldições não quebradas e derrotas.
• Minha “mesa” estará farta de comida podre – recheada de fezes!


12. ...e perderei o Reino do Senhor, padecendo horrores na tribulação longe da Casa do Senhor.
• Não tenho motivação para fazer nada que corte a entrada do mundo, do pecado e dos conselhos de Satanás em minha casa.
• Meu futuro está garantido longo do Reino. Mas isso não importa..., afinal, estou salvo. Não acho que o galardão seja tão importante assim...
• Devo confessar essa palavra, crendo que sucederá: - O Reino virá, mas eu não farei parte dele, porque Deus disse que ele é para os crentes vencedores e eu sou um derrotado!


Oração de combate:
“Senhor! Abre os olhos espirituais dos teus filhos, para que fechem a torneira da enxurrada do mundo em sua mente – ligada diretamente à fonte do propósito de Satanás: matar, roubar e destruir a comunhão, a adoração, a posição e a manifestação daqueles que têm sido chamados segundo o teu propósito!”

Vasos quebrados


Vasos quebrados
Era uma vez um depósito de vasos quebrados.

Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros.

Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito.

Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou.

Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho.

E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados.

Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados.

Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó.

E deixou de ser vaso!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


A RATOEIRA

Um rato olhou pelo buraco na parede e quando viu o que o fazendeiro e sua esposa tiraram de um pacote, ficou aterrorizado: era uma ratoeira.

Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
- Tem uma ratoeira na casa! Tem uma ratoeira na casa!!

A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
- Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não volte a me incomodar por isso, por favor.

E o porco disse a ele:
- Desculpe-me, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

E a vaca o questionou:
- O que senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Não me amole.

Naquela noite ouviu-se o barulho do disparo da ratoeira. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira tinha pego na cauda de uma cobra venenosa, tocou na serpente e esta a picou.

Ela foi medicada num hospital, mas voltou para casa com febre. O fazendeiro mandou matar a galinha e fazer uma canja para reanimar sua esposa.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher acabou morrendo e o fazendeiro não podendo arcar de imediato com as despesas do funeral, vendeu a vaca para um frigorífico da região.

MORAL DA HISTÓRIA
Nunca diga que um problema não é seu ou que não o afeta, pois quando há uma "ratoeira na casa" todos correm perigo.




Não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
Efésios 2.4

Fonte: Site do IDPH - www.idph.net

OS CINCO MACACOS

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

"Não sei... mas as coisas sempre foram assim por aqui!"



E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus..
Romanos 12.2

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A ONÇA E A RAPOSA

Era uma vez uma onça que há muito tempo perseguia uma raposa, mas ela sempre lhe escapava.

A onça já estava cansada de ser enganada pela raposa. Assim, decidiu atraí-la para sua caverna.

Fez espalhar pela floresta a notícia de que havia morrido e deitou-se bem no meio da toca, fingindo-se de morta.

Todos os bichos vieram olhar o seu corpo, contentíssimos.

A raposa também veio, mas meio desconfiada ficou olhando de longe. E por trás dos outros animais perguntou:
- A onça já deu seus últimos suspiros?

Ninguém soube responder. E a raposa falou:
- Uma pessoa só morre de verdade depois que der seus três últimos suspiros de vida. Foi assim com a minha avó!

A onça, então, para mostrar que estava morta de verdade, suspirou três vezes.

A raposa fugiu, dando gargalhadas.



Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.
I João 4.1


Conto do folclore africano, com versões na Europa e América Latina.
Compilado por Couto Magalhães em 1876.
Adaptado.

AVANÇAR SEMPRE, EM LINHA RETA

AVANÇAR SEMPRE, EM LINHA RETA


Um viajante caminhava às margens de um grande lago.
Ao ver um canoeiro preparando-se para zarpar, puxou conversa com ele e descobriu que seus destinos eram o mesmo: a outra margem do lago.


Pediu uma carona, propondo-se a ser o remador.
Entrou na canoa, pegou os remos de madeira e reparou que neles estavam esculpidas duas palavras: ACREDITAR e AGIR.


Ele nunca tinha remado antes, e rapidamente descobriu que não é tão fácil quanto parece. A canoa ficava navegando em círculos, ora para a esquerda, ora para a direita.


O dono da canoa, um idoso muito simpático, procurava não ser grosseiro, mas não podia conter o sorriso.


Por fim, já cansado, o viajante pede ajuda:
- Por favor, senhor, como é que eu faço para esta canoa ir só para frente?


O canoeiro respondeu:
- A resposta está nos remos. O Acreditar e o Agir têm que ser impulsionados ao mesmo tempo e com a mesma força.




Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os preceitos que eu vos ensino,
para os observardes, a fim de que vivais,
e entreis a possuais a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos dá.

Deuteronômio 4.1

sábado, 3 de dezembro de 2011



TRÊS CEGOS E UM ELEFANTE

Colocaram um elefante em frente de três cegos e disseram-lhes: "Há um animal na vossa frente. Toquem nele e depois digam o que é".

Nenhum daqueles três homens jamais tinham tido qualquer contato com um elefante, portanto, não faziam a menor idéia de como ele era. O primeiro aproximou-se, tocou numa parte do animal e disse: "Que animal esquisito... mais se parece com um muro". O segundo homem tocou em outra parte e disse: "Muro???... para mim, mais se parece com uma lança". "Pois, para mim, mais se parece com uma cobra!", exclamou outro, com um pouco de medo. "Bem...", disse um deles, "... também se parece com uma árvore". Todos riram. "Ou, com uma corda!". Finalmente, um deles tentou mais uma vez: "Que nada... se parece com um grande abanador". Riram ainda mais.

"Tantas opiniões diferentes" dirá o prezado leitor. "Que grande confusão". Mas não é, pois, o elefante tem, na verdade, flancos como muros, dois grandes dentes como lanças, tem uma tromba que parece uma cobra, e pernas como pequenas árvores, o rabo parece uma corda e, as orelhas se parecem com grandes abanadores. Juntando tudo isto, temos uma descrição, quase perfeita, de um elefante! Cada um dos cegos "VIU" o elefante numa ótica, mas, nenhum deles pode "ver" o elefante inteiro, pois ele era muito grande.

Assim é também a nossa percepção de Deus: cada um de nós pensa que tem uma perfeita compreensão do seu ser, mas, Deus é grande demais para a mente de qualquer um de nós.

Fonte: Contos e Pontos (adaptado)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O DEPUTADO MORREU

O DEPUTADO MORREU

Conta-se da história de um sujeito que telefonou para o gabinete de um político corrupto. Ao pedir para falar com o deputado, a secretária disse-lhe: "Lamento, Sr., mas o deputado faleceu há alguns dias".

Nos dias seguintes o sujeito tornou a telefonar e a fazer o mesmo pedido. E a secretária, dava-lhe sempre a mesma resposta: "Lamento, Sr., mas o deputado faleceu há alguns dias".

Ao cabo de uma semana a secretária perdeu a paciência: "Escute aqui, moço, o Sr. está ligando para cá há uma semana... quando é que o Sr. vai entender que o deputado morreu?".

"Isso eu entendi desde a primeira vez que falei para você", respondeu ele.

"Mas, então, por que o Sr. continua telefonando", perguntou-lhe a moça.

"Porque é muito bom ouvir essa notícia."




Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva.
Ezequiel 33.11



Conta-se da história de um sujeito que telefonou para o gabinete de um político corrupto. Ao pedir para falar com o deputado, a secretária disse-lhe: "Lamento, Sr., mas o deputado faleceu há alguns dias".

Nos dias seguintes o sujeito tornou a telefonar e a fazer o mesmo pedido. E a secretária, dava-lhe sempre a mesma resposta: "Lamento, Sr., mas o deputado faleceu há alguns dias".

Ao cabo de uma semana a secretária perdeu a paciência: "Escute aqui, moço, o Sr. está ligando para cá há uma semana... quando é que o Sr. vai entender que o deputado morreu?".

"Isso eu entendi desde a primeira vez que falei para você", respondeu ele.

"Mas, então, por que o Sr. continua telefonando", perguntou-lhe a moça.

"Porque é muito bom ouvir essa notícia."




Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva.
Ezequiel 33.11

O QUEBRADOR DE PEDRAS

O QUEBRADOR DE PEDRAS

Era uma vez um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras.

Ele tinha saúde, emprego, família, mas, vivia permanentemente insatisfeito.

Um dia ele passou em frente a casa de um homem muito rico e importante e sentiu um terrível inveja ao vê-lo cercado de bens valiosos e pessoas importantes.

Ah... como ele queria ser como aquele homem!

Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica... plim! Ele foi colocado no lugar do rico.

Mas, quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.

Mas, quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do sol do meio-dia. Então, ele invejou o sol e... plim!

Mas, quando ia começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão e interrompeu seus raios. Invejou a nuvem escura e... plim!

Mas, quando ia começar a tapar os raios do sol, passou um forte vento e jogou a nuvem pra longe. Invejou o vento e... plim!

Mas, quando ia começar a jogar nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e... plim! Tornou-se a montanha.

Ah... agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.

Mas, foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarinho.




Porque também nós éramos outrora insensatos,
desobedientes, extraviados, servindo
a várias paixões e deleites, vivendo em malícia
e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.
Tito 3.3

QUE MENTALIDADE..

QUE MENTALIDADE...

Eu tive fome, e tu formaste um grupo para discutir o problema.

Estive presa, e tu te retiraste para a tua capela para orar por minha libertação.

Estive nua, e tu questionaste a moralidade da minha aparência.

Estive enferma, e tu te ajoelhaste agradecendo a Deus por tua saúde.

Estive desabrigada, e tu falaste de abrigo espiritual em Deus.

Estive solitária, e tu me deixaste sozinha para orar por mim.

Tu parecia tão santo, tão próximo de Deus!

Mas eu ainda estou com fome, presa, nua, enferma, desabrigada e sozinha.



Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé,
e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?
E, se o irmão ou a irmã estiverem nus,
e tiverem falta de mantimento quotidiano,
E algum de vós lhes disser:
Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos;
e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo,
que proveito virá daí?
Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
Tiago 2.14-17