terça-feira, 23 de julho de 2013


O Vaticano divulgou um decreto concedendo indulgências a quem acompanhar a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), inclusive pela internet, desde que seja ao vivo e “com a devida devoção”. Vi uma brincadeira (porque uma coisa assim só pode virar piada!) com a manchete: “Participar da JMJ valerá perdão automático de pecado” e abaixo, o comentário: “Quer dizer que posso matar, roubar e cobiçar a mulher do próximo até segunda-feira? Show!” Fácil, né? Trocando em miúdos, quem acompanhar a Jornada online “com a devida devoção” garante a impunidade... Assassinos, mentirosos, adúlteros e pedófilos devem estar bem felizes com a notícia. Mas sinto desapontá-los...vocês estão sendo enganados.

 

Na tradição católica (sem base bíblica alguma), os “méritos” dos santos podem ser distribuídos pelo papa através de indulgências, para que as pessoas sejam salvas pelos méritos alheios. A confissão eliminaria a culpa, mas somente uma indulgência seria capaz de eliminar a punição por um pecado cometido. Mesmo arrependido e perdoado, o cidadão ainda poderia ir para o “purgatório” ou mesmo para o inferno, pois lhe foi perdoada a culpa, mas continua a ter de pagar a pena, seja aqui na Terra ou no além!!

 

Essa foi a forma que o Papa Leão X encontrou para convencer os fiéis a contribuir financeiramente para construir a Basílica de São Pedro, no Vaticano, em 1517. Afinal de contas, quem não quer um atalhozinho para o céu? O caminho largo, sem grande esforço...meia dúzia de rituais religiosos e uma contribuição para os cofres do Vaticano eram suficientes para alcançar a salvação. Nessa época, os “perdoadores” profissionais da igreja imortalizaram a revoltante frase: “Assim que uma moeda tilinta no cofre, uma alma sai do purgatório".

 

Essa prática levou Lutero a dar início à reforma protestante, depois, a prática da venda de indulgências foi proibida. Porém, agora, ela está de volta, com nova cara, antenada com a modernidade! No mundo em que ter seguidores no Twitter e estar entre os Trending Topics é importantíssimo para qualquer empresa ou evento, a nova moeda é a popularidade. As empresas investem pesado nisso, fazem promoções e tudo o que puderem oferecer, em troca de seguidores, retuítes e audiência.

 

Mais divulgação significa maior participação e mais gente falando a respeito! Dessa maneira, trocando tickets rápidos para salvação por participação online na Jornada, a igreja católica garante que o evento terá o sucesso que a propaganda na mídia promete. É o tipo de promessa que não pode ser contestada no Procon, pois a pessoa só percebe a propaganda enganosa depois que morre e descobre que não existe purgatório e que aquela indulgência não lhe garantiu o céu. Tarde demais.

Como um homem ou uma instituição pode me dar o direito de cometer a injustiça que eu quiser cometer e me liberar das consequências por acompanhar um evento? Talvez por isso os padres pedófilos não costumam ser punidos pela igreja (apenas transferidos para outras paróquias, onde podem fazer novas vítimas). Agora está ainda mais fácil, podem acompanhar pela internet os eventos que dão uma indulgência de brinde!

 

Sei que vou na contramão do mundo ao me posicionar contra essa prática, mas não dá para ficar quieta. Igreja nenhuma tem poder para perdoar pecados ou mesmo para negociar um lugarzinho no céu. O engraçado é que é disso que eles nos acusam há 36 anos: “vender um lugarzinho no céu” (será que nos medem pelo que eles fazem?). Estou na Universal há treze anos e nunca vi ninguém comercializar a salvação ou o perdão de pecados, pelo contrário, sempre ficou claro que a salvação depende única e exclusivamente da entrega total ao Senhor Jesus, já que Ele é o único capaz de perdoar pecados.

 

Mas religião é assim, distorce a verdade, inventa regras que lhe convêm...se a indulgência só é válida com a confissão e se para se confessar a pessoa precisa ir à igreja, não seria essa uma forma de trazer de volta aqueles que não têm mais ido às missas? É importante que os sinceros sejam alertados: só há um caminho para evitar a morte eterna:

 

“Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós coração novo e espírito novo; pois, por que morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o SENHOR Deus. Portanto, convertei-vos e vivei.” Ezequiel 18.31,32.

 

Alguém pode argumentar que a liberdade religiosa garante à igreja católica o direito de dizer a mentira antibíblica que quiser para os seus seguidores. No entanto, nesse caso, como cidadã brasileira eu me sinto 100% autorizada a emitir opinião a respeito, afinal de contas, a Jornada está sendo financiada com dinheiro público! Isso mesmo! Com o meu dinheiro, sem minha anuência, contra o meu interesse. Em um Estado que se diz laico, mais de trezentos milhões serão gastos com o evento.

Recentemente, as pessoas saíram às ruas para protestar contra o mau uso do dinheiro público e o Vaticano não vê problema algum em deixar que o Brasil arque com a maior parte dos custos da viagem do papa...afinal de contas, o Vaticano é tão pobrezinho...

 

O Ministério Público do RJ tentou impedir que a Prefeitura do Rio gastasse R$ 7.840.636,54 (que seria usado só na assistência médica do evento), o que obrigaria os organizadores da JMJ a arcar com as despesas. Não conseguiu, e o dinheiro do contribuinte, que poderia ser investido na saúde da população, vai realmente beneficiar o evento do papa.

 

O porta-voz do Vaticano tirou o corpo fora, dizendo que a decisão de usar dinheiro público é dos organizadores e do governo (como se o Vaticano não pudesse se oferecer para pagar as despesas, sabendo da situação do Brasil!)...segundo ele, a vinda de um papa a qualquer país é “sempre muito importante e agradável para grande parte da população” (para mim não é nem importante nem agradável, caso ele se interesse em saber). Até onde sei, o governo não é feito para “grande parte”, mas para todos. Não pode privilegiar um grupo religioso (ele está vindo como líder religioso, mas nem se viesse como chefe de Estado...320 milhões por uma visita?). Imagina se o governo financiasse a vinda de um pastor para o Brasil? Todo mundo estaria revoltado! (Inclusive eu.)

 

Um aviso de Deus a quem realmente quer se aproximar dEle: não adianta participar de rituais religiosos, de festas solenes, nem pessoalmente, nem via internet. Não adianta fazer muitas orações, nem se confessar, nem esperar de algum homem ou instituição o perdão ou o céu. Não é isso que nos purifica. O recado é para absolutamente todos os religiosos:

 

“Quando vindes para comparecer perante Mim, quem vos requereu o só pisardes nos Meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para Mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a Minha alma as aborrece; já Me são pesadas, estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” Isaías 1.12-19

 

Permitir que seja tirado dinheiro dos cofres públicos de um país com tantos problemas quanto o Brasil é atender à justiça? É defender o direito do órfão? É pleitear a causa das viúvas? Um dos pré-requisitos para se obter a tal indulgência é rezar determinadas “preces” pelo papa...e eu me pergunto: se o papa realmente tivesse poder para perdoar os meus pecados, por que precisaria de minhas orações?

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A melhor oferta

EvangelisticaA história de Caim e Abel se repete diariamente nas igrejas cristãs.
Todos os dias, cristãos – bons ou maus – apresentam suas ofertas.
A maioria deposita o fruto do trabalho diante do Altar, enquanto a minoria deposita as primícias juntamente com a gordura no Altar.
A oferta de Caim, aparentemente, tinha valor por ser voluntária. Deus não pediu nada. Ele mesmo, no fim de uns tempos trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.
É provável que tenha atribuído o milagre da multiplicação ao Senhor e queria Lhe agradecer.
Oferta desprezível, oferta com desdém, oferta com má vontade, oferta resmungada, oferta imunda, ofertas agradáveis e todas as demais refletem apenas o que há no coração do ofertante.
Oferta é a foto colorida do coração do ofertante perante Deus.
Se é oferta imunda (magoada), Jesus ensina:
Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Mateus 5.23-24
Pouca gente sabe disso.
Deus não detalhou o tipo de fruto nem de sua qualidade, como foi a oferta de Abel. Apenas a rejeitou devido ao coração do ofertante.
Ela ficou diante do Altar e apodreceu lá da mesma forma como foi a vida inteira de Caim.
Tudo porque nele havia algo mau:
Se procederes bem, não é certo que serás aceito? 
Se tivesse procedido bem, seria aceito.
Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta. - disse-lhe o Senhor.
Ao contrário de Caim, Abel, como pastor de ovelhas, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste.
Nada aleatório ou de qualquer maneira.
Buscou e escolheu entre seu enorme rebanho algo que exprimisse fé, amor, gratidão e temor.
Algo que refletia sua entrega pessoal.
Queria agradar ao Senhor mesmo
Não foi à toa que, por conta de sua oferta, ele alcançou testemunho de Deus de ser justo.
Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala. Hebreus 11.4

Não adianta!..

Evangelistica
Não adianta querer ser grande e pensar pequeno.
Não adianta também querer ser grande da noite para o dia.
Ninguém nasce grande.
É a lei da natureza instituída pelo Criador.
Não adianta ser parceiro de Deus e depender de terceiros;
Ser parceiro de Deus e contar com a ajuda dos outros não é viver pela fé.
Querer não é poder.
Se querer fosse poder este mundo seria um mar de rosas,
Pois, quem não quer ser saudável, próspero, ter família e ser feliz?
Entre querer e poder há um enorme deserto a atravessar.
Essa travessia começa com um primeiro passo:
Determinação e firmeza de pensamento;
Pensamento de acordo com os pensamentos de Deus.
Em cada passo manter a mente fixa no mesmo conselho de Deus a Josué:
Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer (segundo toda a lei que Meu servo Moisés te ordenou) - pensamento de Deus -; dele não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Josué 1.7
Avançar sempre nessa direção sem esperar ajuda de terceiros.
Mas confiar que Aquele que fez a Promessa é Fiel para cumpri-la.
Isso é viver pela fé;
É depender de Deus.
Quem vive um pacto com Deus não pode contar com outros.
Ou o Espírito do Deus Altíssimo é com você ou Ele não é.
Se você crê com todas as suas forças, então Ele lhe dá certeza de que você é Seu parceiro.
Tome atitude, aja sua fé, coloque em prática a inspiração dada, faça o que está ao seu alcance e aguarde Sua resposta.
Depender de uma parceria com Deus e seguir em frente sem esperar ajuda dos outros tem sido o princípio básico da fé.
Deus fez a promessa a Abraão e aos seus descendentes.
Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Gálatas 3.7
Isaque foi abençoado e transferiu sua bênção para Jacó;
Mesmo assim, de forma fraudulenta, Jacó tomou posse da bênção,
Tornou-se riquíssimo, mas ainda não era a própria bênção.
Possuía a promessa da bênção, mas não era feliz;
Possuía a promessa, mas não era a bênção.

Evangelistica
Um só Deus,
Um só Pai, Um só Jesus Cristo, Um só Espírito Santo,
Um só SENHOR,
Uma só fé.

Uma só família,
Uma só mulher, um só homem,
Um só marido, uma só esposa,
Um só amor...

Uma só Porta,
Estreita…
Um só Caminho,
Apertado…

Uma só Vida,
Neste mundo ou no além,
No Paraíso ou no Inferno,
Nova Jerusalém ou Lago de Fogo e Enxofre.

Depende de uma só decisão,
Da razão ou do coração,
Que faz a diferença,
Entre os escolhidos e os chamados.

O Cálice da Nova Aliança é um só,
É o Cálice da Salvação,
Seus participantes concordam entre si,
Em participar com seu sangue naquele Pacto.

Não há omelete sem fritar os ovos,
Não há Salvação sem fé sacrificial,
Não há Pacto sem sacrifício das partes,
Do Criador e da criatura.

Que casamento sobrevive sem o sacrifício do casal?
Que aliança sobrevive sem o sacrifício dos envolvidos?
Quem pode tomar o Cálice da Nova Aliança do Sangue de Jesus sem o sacrifício pessoal?

"...aquele que comer o pão ou beber o Cálice do Senhor, indignamente (sem o sacrifício da vida), será réu do corpo e do sangue do Senhor." 1 Coríntios 11.27

O Cálice da Salvação é Um,
Simboliza Jesus, a Videira Verdadeira.
Quem dEle participa concorda com o pacto do Deus-Pai,
De forma prática sacrificando sua própria vontade.

poderá alguem imitar a DEUS ?

Evangelistica
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e Se entregou a Si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave." Efésios 5.1-2

Estava meditando nesses versículos, sobre o que o Espírito Santo nos fala por intermédio do apóstolo Paulo, e veio-me ao pensamento aquelas pessoas que dizem: "O sacrifício não é necessário."; "Deus não Se agrada do sacrifício.", ou ainda, "Isso era no Antigo Testamento; os que vivem na Graça não precisam sacrificar..."

É claro que uns falam porque não conhecem; outros, porque não creem; outros, porque não querem...

Mas, a minha primeira pergunta é a seguinte: Será que existe alguém que esteja mais na Graça do que Paulo estava, quando escreveu essa Epístola?

Vejamos o que ele nos diz: "Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados..."

Ele se refere ao Deus-Pai.

A segunda pergunta é: Em que poderemos nós imitar Deus?

Lúcifer quis ser como Deus e foi amaldiçoado para sempre. Adão comeu do fruto, porque lhe foi dito que se o fizesse saberia tanto como Deus, e perdeu toda a autoridade, abrindo a porta para o pecado.

A única coisa em que nós podemos ser imitadores de Deus é no Sacrifício. Ele deu o maior bem que tinha, o Seu Filho bem amado. Ele não sacrificou uma estrela, um planeta ou ainda um anjo. Deus deu o que de mais valioso tinha, e tudo isso para alcançar o Seu objetivo, que é a Salvação do maior número de almas.

Para sermos imitadores dEle, e para alcançarmos os nossos objetivos, nós temos que fazer a mesma coisa: colocar no Altar o que temos de maior valor, que é o Sacrifício material e físico.

Já no versículo 2, ele fala da entrega total e pessoal, convidando-nos a imitar o Senhor Jesus, que Se entregou como sacrifício de aroma suave e agradável a Deus.

"E andai em amor, como também Cristo nos amou e Se entregou a Si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave."

Aquele que fizer essas duas coisas, estará fazendo o perfeito sacrifício. Não tem como não dar certo, porque Deus não falha. Neste, o diabo não poderá tocar, porque ele é a própria oferta santificada pelo Altar e, consequentemente, todas as portas fechadas se abrirão.

Que o Deus de Abraão, de Isaque, de Israel e

cuidado com o espirito do enganador

Evangelistica"Jacó foi a seu pai e disse: Meu pai! Ele respondeu: Fala! Quem és tu, meu filho? Respondeu Jacó a seu pai: Sou Esaú, teu primogênito...
Jacó chegou-se a Isaque, seu pai, que o apalpou, e disse: A voz é de Jacó, porém as mãos são de Esaú." Gênesis 27.18-19,22

As conquistas de Jacó foram fundamentadas na mentira. Embora tenha ele construído família e bens, carregou, durante aproximadamente 20 anos, a marca do engano, pois era um homem vazio, inseguro e apegado ao que havia conquistado, a ponto de ser atormentado pelo medo de seu irmão reencontrá-lo e tomar tudo o que havia adquirido ao longo de sua trajetória.

Assim também existem obreiros (as) que iniciaram seu ministério na mentira, quando, na entrevista, o pastor perguntou: "Você é batizado com Espírito Santo?" E a pessoa diz "Sim", mas ela sabe que não foi, ou pelo menos tem dúvidas. Nesse momento, o espírito mais perverso do inferno, que é o "ENGANADOR", começou a agir na vida dela de forma sorrateira, fazendo-se passar pelo Espírito Santo. Veja que coisa interessante:

"A voz é de Jacó, porém as mãos são de Esaú." Gênesis 27.22

Isaque questionou que a voz era verdadeiramente de Jacó, mas as mãos, que eram falsas, de Esaú. Hoje eu diria que existem obreiros cujo uniforme é verdadeiro, porém as atitudes e o comportamento debaixo dos panos são falsos.

Temos que tomar muito cuidado com o espírito enganador, pois ele agiu pelo menos em três personagens bíblicos: em Jacó, em Pedro e em Judas, e hoje tem agido na vida de muitos que fazem parte de ministérios por aí afora.

Podemos ver o enganador agindo na vida de Pedro:

"E Pedro, chamando-O à parte, começou a reprová-Lo, dizendo: Tem compaixão de Ti, Senhor; isso de modo algum Te acontecerá. Mas Jesus, voltando-Se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para Mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens." Mateus 16.22-23

Podemos também ver o enganador agindo na vida de Judas:

"Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que traísse a Jesus..." João 13.2

A diferença de Jacó e Pedro é que eles não aceitaram mais serem vítimas do espírito do engano. Pedro, ao ouvir o galo cantar, correu desesperado e arrependido, e chorou amargamente.

Jacó não perdeu a oportunidade de estar face a face com o Anjo e lutou com ele a noite toda pela troca de sua identidade, ou seja, pela libertação do espírito do engano e do seu próprio eu. Mas Judas não quis mudar, e o espírito do engano o levou para o inferno.