quarta-feira, 25 de maio de 2011

o naufrágio do titanic

Evangelistica

Quando pensamos em eventos que ocorreram na história durante os últimos 100 ou 200 anos, percebemos certos acontecimentos que se destacam como os de grande horror, grande surpresa e grande tristeza. Dos muitos que vêm à mente o mais devastador foi a destruição do World Trade Center, em Nova York, e do naufrágio do Titanic.

As maiores tragédias nos últimos duzentos anos podem ser atribuídas aos jesuítas. Vemos que os jesuítas possam ter planejado e executado o naufrágio do Titanic, mostrando o por quê.

No início de 1830, os Estados Unidos não tinham um banco central. Os jesuítas queriam desesperadamente outro banco central no país, a fim de que teriam um reservatório sem fundo de onde tirar dinheiro para suas muitas guerras e outros esquemas hediondos espalhados pelo mundo.

Em 1910, sete homens se reuniram em Jekyll Island, na costa da Geórgia, para criar um banco central, que se chamava Federal Reserve Bank. Estes homens foram Nelson Aldrich e Frank Vanderlip, ambos representando o império Rockefeller; Henry Davison, Charles Norton, e Benjamin Strong, representando JP Morgan e Paul Warburg, representando a dinastia de banqueiros Rothschild da Europa. Fazendo algumas pesquisas, é possível ver que os Rothschild foram os agentes bancários para os jesuítas do papado, mantendo "a chave” para a riqueza da Igreja Católica Romana.

Os Morgans eram concorrentes amigáveis dos Rothschilds, e tornaram-se socialmente próximos deles. A empresa, com sede em Londres, foi salva da ruína financeira em 1857 pelo Banco da Inglaterra, sobre o qual os Rothschilds tinham uma grande influência. Posteriormente, Morgan parece ter servido como um agente financeiro e Rothschild foi aparecendo.

Estas três famílias financeiras, os Rothschilds, Morgans e os Rockefellers fazem a licitação da Ordem dos Jesuítas por causa da infiltração dos jesuítas em suas organizações. Eles fizeram o que foi necessário para destruir a liberdade constitucional nos Estados Unidos para trazer o papa para a dominação mundial. Quando olhamos para trás, ao longo do século 20, vemos o quão bem sucedido os jesuítas foram. Eles continuaram a desperdiçar a riqueza da América e atacam continuamente a constituição e as liberdades civis.

A construção do Titanic começou em 1909, em um estaleiro em Belfast, capital da Irlanda do Norte. A Primeira Guerra Mundial começou poucos anos depois.

O Titanic foi um de uma frota de navios de propriedade da White Star Line, uma companhia de transporte marítimo internacional.

O Banco não foi o único negócio em que Morgan tinha um forte interesse. Usando seu controle sobre as ferrovias do país como alavancagem financeira, já que havia criado uma relação de confiança de transporte marítimo internacional, incluía as duas linhas a maiores da Alemanha, mais dois na Inglaterra, da White Star Lines.

Havia um número de ricos e poderosos que deixaram bem claro o fato de não serem a favor da Federal Reserve System. JP Morgan foi condenado pelos jesuítas para a construção do Titanic. Este “inafundável” serviria como o navio de morte para aqueles que se opunham aos planos dos jesuítas, de um sistema da Reserva Federal.

Estes homens ricos e poderosos teriam sido capazes de bloquear a criação do Federal Reserve. Eles tiveram de ser destruídos por um meio tão absurdo que ninguém iria suspeitar sobre um assassinato, e nem sobre os jesuítas. O Titanic era o veículo dessa destruição. A fim de proteger ainda mais o papado e os jesuítas, muitos irlandeses, franceses e italianos católicos que imigraram para o “Novo Mundo” estavam a bordo. Alguns protestantes de Belfast que queriam imigrar para os Estados Unidos também foram convidados a bordo.

Edward Smith foi o capitão do Titanic. Ele tinha viajado nas águas do Atlântico Norte durante vinte e seis anos e era o mestre mais experiente do mundo em trajetos do Atlântico Norte. Ele havia trabalhado para os jesuítas e JP Morgan por muitos anos.

Edward Smith foi um "jesuíta temporário”. Isto significa que ele não era um sacerdote, mas era um jesuíta da túnica curta. Jesuítas não são necessariamente sacerdotes. Os que não são sacerdotes podem servir por meio da sua profissão. Qualquer um poderia ser um jesuíta, e sua identidade não é conhecida. Edward Smith serviu a Ordem dos Jesuítas em sua profissão como um capitão de mar.

Muitos pontos interessantes sobre o Titanic foram discutidos em uma fita de vídeo feita pela National Geographic em 1986. O vídeo é intitulado “The Secrets of the Titanic” (Os segredos do Titanic, em tradução livre). Quando o Titanic partiu do sul da Inglaterra, em 10 de abril de 1912, Francis Browne, o mestre dos Jesuítas de Edward Smith, embarcou no navio. Este homem era o Jesuíta mais poderoso de toda a Irlanda e responde diretamente ao geral da Ordem dos Jesuítas, em Roma.

Por ordem de “Deus”, (o general jesuíta era considerado assim) é lícito matar os inocentes, roubar, cometer adultério, porque ele (o papa) é o senhor da vida e da morte, e de todas as coisas, e assim cumprir seu mandato, é nosso dever. - Brownlee WC, Instruções Secretas dos Jesuítas, a América e a União Cristã dos Negócios Estrangeiros.

Não há registro na história de uma associação, cuja organização ficou por trezentos anos inalterada por todos os assaltos, e que exerceu uma influência tão imensa sobre os destinos da humanidade ..., 'Os fins justificam os meios”, essa é a máxima favorita, e como seu único fim, como demonstramos, é o fim, na sua licitação o jesuíta está pronto para cometer qualquer crime. - GB Nicolini, A História dos Jesuítas, Henry G. Bohn.

Lembremo-nos do juramento que cada pessoa leva para se tornar parte da Ordem dos Jesuítas:

Devo considerar-me como um corpo morto, sem vontade ou inteligência, como um pequeno crucifixo que está ligado sem resistência à vontade de quem o mantém, como uma equipe nas mãos de um homem velho, que usa como ele exige, e se adapta melhor a ele. - RW Thompson, as pegadas dos jesuítas, Hunt e Eaton.

Quando uma pessoa toma o juramento dos jesuítas, está vinculado ao seu mestre até o dia em que ele morre. Edward Smith tornou-se um homem sem vontade ou inteligência. Ele cometeu um crime que a Ordem queria que ele cometesse. Edward Smith foi exigido para o martírio. A bordo do Titanic, naquela noite, Edward Smith sabia o seu dever. Ele estava sob juramento. O navio havia sido construído para os inimigos dos jesuítas. Depois de três dias no mar, o Titanic foi impelido à velocidade cheia - 22 nós - numa noite sem lua, escura, através de uma área gigantesca de gelo - cerca de oitenta quilômetros quadrados. Edward Smith fez isso apesar de pelo menos oito telegramas alertando-o para ser mais cauteloso, porque ele estava indo rápido demais.

Será que Edward Smith precisava de um cuidado? Não, ele havia viajado nessas águas por vinte e seis anos. Ele sabia que havia icebergs naquela área. Mas, oito advertências não parariam este homem que estava sob o juramento dos jesuítas, e sob as ordens de destruir o Titanic.

Uma das maiores tragédias do século XX, o naufrágio do Titanic está na porta da Ordem dos Jesuítas. O navio inafundável, o palácio flutuante, foi criado para ser o túmulo para os ricos, que se opuseram ao Federal Reserve System. Em abril de 1912, toda a oposição à Reserva Federal foi eliminada. Em dezembro de 1913, o Federal Reserve System surgiu nos Estados Unidos. Oito meses depois, os jesuítas tinham fundos suficientes através do banco da Reserva Federal para começar a Primeira Guerra Mundial.

O naufrágio do Titanic foi o que alguns chamam de ritual de Saturno. É válido porque o evento teve um efeito traumático sobre a visão de mundo da infalibilidade da revolução industrial.

Ela derrotou a visão da humanidade de desenvolver tecnologias que poderiam "enganar" os elementos e proteger a humanidade dos caprichos da natureza.

estátua de sal

Evangelistica

É incrível como nossas mentes nos fazem viajar. Muitas vezes, paramos para pensar em algo e podemos nos transportar. Isso pode virar um grande problema, principalmente para as mulheres, pois muitas dessas viagens, que geralmente se voltam ao passado, podem destruir seu presente e futuro.

Eu conheço uma senhora que quando jovem namorou um rapaz, engravidou dele e depois se separaram. Hoje, mais de 20 anos depois, ela ainda vive no passado, pensando nele, pensando em como foram felizes, nas coisas que faziam, nas coisas que conversavam, etc.

Ela não consegue ser feliz com o marido atual, não consegue amá-lo, pois o fantasma do passado ainda ronda sua mente a todo instante.

Aposto que hoje, ela ainda pensa nele como um rapaz, pois é assim que ela lembra dele.
Não passa pela cabeça dela que ele já mudou e não é mais o mesmo, que provavelmente não tomaria as mesmas atitudes, já não pensa da mesma forma e que com certeza já deve estar barrigudo, caolho e careca!

Ela não é a única. Muitas mulheres estão vivendo este problema.

Talvez ela esteja casada e ainda pensando no primeiro namorado que conheceu em 1921. Ela não consegue ser feliz, pois o passado a atormenta.

Por isso, amiga, as aconselho: parem de viajar ao passado, pois quem vive de passado é museu e você poderá virar uma estátua!

Não foi exatamente isso que aconteceu com a mulher de Ló? (leia Gênesis 19).

Deus ordenou que saíssem da cidade e não olhassem para trás, mas ela não resistiu e virou estátua de sal.

Passado bom ou passado ruim? Não importa. Viva no presente e faça dele uma benção sempre!

Nanda Bezerra

não tem jeito!

EvangelisticaUma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda. Um bruxo que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça. Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação: “Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o diabo!”

Ao chegarem à casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos. Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram: “A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?” A mulher, na simplicidade da fé, respondeu: “Não, meu filho, não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!”

NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, MAS QUANDO DEUS DETERMINA, ELA VEM...AH VEM!!!

Tenha paciência. Não é no seu tempo e sim no tempo Dele, porque você vê até um limite. Deus ultrapassa esse limite e vê muito além do que enxergamos.

Evangelisticablog20122009

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar sua população, eles aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe. Quanto mais longe iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver o problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto-mar por muito mais tempo. Mesmo assim, notaram diferença entre o peixe fresco e o congelado e não gostaram.

Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles pescavam e os colocavam nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, os peixes paravam de se debater e não se moviam mais. Daí, chegavam vivos, porém, cansados e abatidos. E, novamente, os japoneses podiam notar a diferença do gosto.?Por não se mexerem durante dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, eles resolveram este problema? Como conseguiram trazer peixes com gosto de puro frescor?

Quando as pessoas atingem rápido seus objetivos, elas podem relaxar nas demais conquistas. E aí está o grande perigo! Podem começar a pensar que não precisam mais buscar tanto.

Para conservar o gosto de peixe fresco, os pesqueiros ainda colocam os peixes dentro de tanques. Além disso, também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria deles chega “muito vivo” no mercado. Os peixes se mantêm atentos todo o tempo.

Se você já alcançou seus objetivos, coloque outros maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, dê graças a Deus e siga em frente na conquista de maiores realizações. Mas não se acomode nunca na fé,coloque um tubarão no seu tanque.

Deus abençoe com vitórias aos perseverantes!

o sábio e a vaquinha

Evangelistica1

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:

Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?

O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:

Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.

O discípulo não acreditou.

Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

Vá lá e empurre a vaca no precipício.

Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.

Claro que sei. Você está olhando para ela, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:

Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:

“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

(Autor desconhecido)